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Impunidad / Impunity / Impunidade

24 de agosto de 2005 - 20:00


LA SIP RESALTA IMPUNIDAD EN CASO PERIODISTA BOLIVIANO

 

Miami (Agosto 25).- La Sociedad Interamericana de Prensa, SIP, resaltó hoy, a través de un anuncio publicado en 310 periódicos del continente, la impunidad que aún rodea el crimen perpetrado el 29 de julio de 2001, contra el periodista boliviano Juan Carlos Encinas.

 

El reportero de radio y televisión fue asesinado con un  balazo a quemarropa cuando cubría el enfrentamiento de grupos rivales que se disputaban la explotación de la piedra caliza, en Catavi, provincia de Los Andes, a unos 50 kilómetros de la Paz, Bolivia. Si bien el juez, a pedido del fiscal, dispuso el arresto de 17 sospechosos, todos obtuvieron su libertad previo pago de una fianza de aproximadamente 900 dólares.

 

Siete meses después de cometido el crimen, fue dictada una sentencia condenatoria a seis años y dos meses de cárcel contra el principal implicado, Eugenio Limachi Mamani, pero éste desde que salió libre no ha sido hallado y la pena está sin cumplirse. Todo parece indicar que no hay premura por encontrarlo. Los abruptos cambios politicos y administrativos ocurridos en Bolivia, incluyeron el traslado a otras funciones del respectivo juez y fiscal.

 

“El periodismo y la libre circulación de las ideas y de las noticias son baluartes de la democracia”, recordó el presidente de la Comisión de de la SIP contra la Impunidad, Enrique Santos, director de “El Tiempo” de Bogotá, Colombia. “Por experiencia en mi país, conozco de los intentos, presiones y crímenes cometidos para acallar al mensajero. Estamos luchando en toda la región para que estos delitos no queden en el olvido y se sancione con máximo rigor a los culpables”, agregó.    

 

En el aviso publicado esta semana en la prensa continental, además de denunciar que la muerte de Encinas se mantiene impune, la SIP invitó a la comunidad internacional a firmar una carta que será enviada al presidente de Bolivia, Eduardo Rodríguez, pidiéndole su intervención para que se imponga la justicia y sea castigado el autor del crimen.

 

En los últimos dos años y medio, la SIP ha publicado 30 avisos sobre impunidad y ha enviado cartas a los respectivos Presidentes con el respaldo de 17.250 firmas de lectores de diarios del hemisferio.  


IAPA DEPLORES IMPUNITY IN DEATH OF BOLIVIAN JOURNALIST

It calls on the public to sign letters of support at www.impunidad.com

 

 

MIAMI, Florida (August 25, 2005)—The Inter American Press Association (IAPA) in an announcement published today in 318 newspapers around the Western Hemisphere expressed regret that the July 29, 2001, murder of Bolivian journalist Juan Carlos Encinas continues to go unpunished.

 

Encinas, a radio and television reporter, was shot at point-blank range while covering a clash between rival groups disputing the exploitation of limestone in Catavi, Los Andes province, some 30 miles from the Bolivian capital, La Paz. The judge in the case, at the request of the public prosecutor, ordered the arrest of 17 suspects, but all were released on bail set at the equivalent of approximately $900.

 

Seven months after the murder, the main suspect, Eugenio Limachi Mamani, was sentenced to six years and two months in prison, but fled on being released on bond and has never served his sentence. All indications are that there has been no real effort made to find him. In the abrupt political and administrative changes in Bolivia, the judge and public prosecutor were transferred to other duties.

 

“Newsgathering and the free circulation of ideas and news are bastions of democracy,” declared the chairman of IAPA’s Impunity Committee, Enrique Santos Calderon, editor of the Bogotá, Colombia, daily newspaper El Tiempo. “Because of the experience in my country, I am aware of the attacks, pressure and crimes committed in a bid to silence the messenger. We are fighting throughout the hemisphere for these crimes not to end up forgotten and for the guilty to receive the maximum punishment.”

 

In the announcement published in the press throughout the Americas this week, in addition to repudiating Encinas’ death and the fact it continues to go unpunished the IAPA invited members of the international community to add their signatures to a letter that will be sent to Bolivian President Eduardo Rodríguez asking him to take action to ensure that justice is done and that whoever committed Encinas’ murder be duly punished.

 

The IAPA in the past two and a half years has published 30 such announcements and sent letters to the respective presidents signed by a total of 17,250 newspaper readers from throughout the hemisphere.

 



SIP DESTACA A IMPUNIDADE NO CASO DE JORNALISTA BOLIVIANO 

Pede aos cidadãos que assinem cartas de suporte em www.impunidade.com 

 

Miami (25 de agosto).- A Sociedade Interamericana de Imprensa, SIP, destacou hoje, através de um anúncio publicado em 310 jornais do continente, a impunidade que ainda cerca o assassinato do jornalista boliviano Juan Carlos Encina, cometido em 29 de julho de 2001.

 

O repórter de rádio e televisão foi assassinado com um tiro à queima-roupa quando fazia a cobertura de um confronto de grupos rivais que disputavam a exploração do calcário, em Catavi, província de Los Andes, a 50 km de La Paz, Bolívia. A pedido do promotor, o juiz ordenou a prisão de 17 suspeitos, mas todos obtiveram a liberdade sob fiança de aproximadamente 900 dólares. 

 

Sete meses depois do crime, emitiu-se sentença de seis anos e dois meses de prisão contra o principal implicado, Eugenio Limachi Mamani, mas desde que foi posto em liberdade Mamani está desaparecido e a pena não foi cumprida. Tudo parece indicar que não há pressa em encontrá-lo. As súbitas mudanças políticas e administrativas ocorridas na Bolívia incluíram a transferência para outras funções do respectivo juiz e do promotor do caso.   

 

“O jornalismo e a livre circulação das idéias e das notícias são as bases da democracia”, lembrou o presidente da Comissão de Impunidade da SIP, Enrique Santos Calderon, diretor do El Tiempo, de Bogotá, Colômbia. “Pela experiência que tenho sobre o meu país, conheço as intenções, pressões e crimes cometidos para calar o mensageiro. Estamos lutando em toda a região para que esses crimes não caiam no esquecimento e para que se castigue com rigor os culpados”, acrescentou.  

 

No anúncio publicado essa semana na imprensa do continente, além de denunciar que a morte de Encinas continua sem punição, a SIP convidou a comunidade internacional a assinar uma carta que será enviada ao presidente da Bolívia, Eduardo Rodríguez, pedindo sua intervenção para que se faça justiça e para que o autor do crime seja castigado. 

 

Nos últimos dois anos e meio, a SIP publicou 30 anúncios sobre impunidade e enviou cartas aos respectivos presidentes com o apoio de 17.250 assinaturas de leitores de jornais do hemisfério. 

FUENTE: nota.texto7

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